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DISTRITO 4310 III CONFERÊNCIA DISTRITAL |
ROTARY E O DESEMPREGO
Prezado Governador Ênio Tavares de Almeida, que representa muito
bem nesta oportunidade o Presidente de Rotary International, James Lacy;
meu querido Governador Barrichelo; Synemar Cervellini, Reynaldo Russo Ayres;
João Carvalho Guimarães; e meu querido amigo Governador Guilherme
de Paula do Distrito 4620; meu companheiro de luta Foehd, nós agradecemos
as suas palavras que vieram mais do coração, do que na verdade
seriam merecidas.
Recebemos com especial agrado, mais esta missão em Rotary, convidado
que fui para participar desta III Conferência do Distrito 4310, denominada
“Torne Seu Sonho uma Realidade”, mais pela bondade do nosso querido Governador
Barrichelo. Falar aos rotarianos e de um modo particular aos líderes
de nossa Instituição, sobre os palpitantes assuntos de inspiração
e de interesse de Rotary, tem sido para mim, uma distinção,
um privilégio e uma grande honra.
O Governador Luiz Ernesto Barrichelo, preocupado com o desenvolvimento
e a positiva atuação da nossa organização no
mundo, e em particular em cada lugar, nos desafiou a falar sobre o tema:
“Rotary e o Desemprego”. Recebi a honrosa incumbência como uma excelente
oportunidade para o revigoramento de nossas convicções rotárias,
para o robustecimento de nossa fé, bem como uma oportunidade de
compartilhar com todos aqui reunidos nesse plenário, a uma crença
e a nossa visão sobre o assunto que passarei a abordar.
Segundo a narrativa bíblica, Deus criou o Universo, e a Terra em
que habitamos, num período de tempo que corresponde a cinco dias.
O escritor do livro do Gênesis observa que no final de cada dia,
Deus viu a sua criação, “que era boa”. No sexto dia, Ele
criou o homem, feito à sua imagem e a ele, Deus entregou a tarefa
singular de tomar conta de toda a sua criação,(Gênesis
1.26 a 28), dizendo o seguinte: “Façamos o homem a nossa imagem,
conforme a nossa semelhança: domine ele sobre os peixes do mar,
sobre as aves do céu; sobre os animais domésticos e sobre
toda a terra, e sobre todo o réptil que se arrasta sobre a terra.”
Criou, o homem à sua imagem: à imagem de Deus e a mulher
como sua companheira. Então, Deus os abençoou e lhes disse:
“frutificai e multiplicai- vos, enchei a terra e sujeitai- a; dominai sobre
os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais
que se arrastam sobre a terra”. Encerra o escritor inspirado com estas
palavras: “E viu ,Deus tudo quanto fizera e, eis que era muito bom.”
A mensagem desta passagem é clara. A tarefa principal dada ao homem
é tomar conta de, e administrar o mundo, a criação
de Deus. É através de sua relação com as coisas
materiais com os seus bens, que o homem tem o privilégio e a responsabilidade
de demonstrar a sua relação com o Dono de todas as coisas.
É através de uma administração hábil
e fiel das coisas a Ele entregue, que o homem pode servir à Deus,
servindo os outros também !
Observamos, no entanto, que muitas pessoas hoje encontram, nessa administração,
um problema sério. Por falta de iniciativa de sua parte ou por falta
de uma compreensão mais clara, deixam de tomar conta, deixam de
assumir sua devida responsabilidade. Ao invés disso, são
levadas pelas circunstâncias de uma vida desregrada e de repente,
vêem-se sob a escravidão das coisas, em virtude de desobedecer,
assim, a ordem dada pelo Criador.
E dentro dessa atitude assistimos a um quadro digno de Dante, destacando,
de um lado, grandes multidões de desempregados, ou, como afirmam
os economistas, grande freqüências estatísticas, de marginalizados
socialmente, quer econômica, quer culturalmente. Figurando, ainda,
no outro polo, trabalhadores obrigados a uma sobrecarga de trabalho e uma
vida repleta de privações. A miséria campeia e urbaneia.
O desemprego constitui um verdadeiro pavor nacional.
No início deste século, o escritor Lima Barreto apontava
“o pavor nacional do dia de amanhã”, o medo, a insegurança
e a precariedade, como fantasma dos brasileiros. Quase cem anos depois,
e nas antevésperas de um novo milênio, o fantasma percorre
nosso país e se materializa no mundo cão do dia a dia de
todos nós; ou pelo menos, da esmagadora maioria de todos nós.
O signo atual é a instabilidade da situação. O emprego
é instável e milhões de brasileiros empregados, coexistem
com o terror de perdê-lo. Os desempregados, sub-desempregados e excluídos
de todo tipo, vivem ao deus-dará, de uma sorte mesquinha. Um cruzamento
de rua, uma discussão de botequim e “pumba”, a tragédia se
realiza.
Desempregado - excluído, talvez tenha hoje o mesmo significado.
Excluído é toda pessoa, que poderia ser considerado como
o nada, ou até mesmo anti-humano, ou, ainda um par de olhos que
vê sem ser visto, ou um ator de uma novela que não traz seu
nome no elenco. Logo, excluído, deixou de existir há mais
ou menos dois anos. 0 desemprego tirou- lhe o salário, a mulher,
os filhos, o barraco. Encontrou ao invés da felicidade, a desgraça,
e a miséria absoluta deu sentido à sua inexistência.
Meus amigos, ao iniciar a nossa palestra, certamente alguém indagou
no seu íntimo, se Rotary é uma religião, em face das
colocações expostas. Responderia, que Rotary poderia eventualmente
ser uma religião, pois o Rotary nos liga através das quatro
Avenidas de Serviços, ao bom, ao correto, à prática
do bem, ao respeito às pessoas, ao companheirismo, ao amor, à
paz mundial, nos indica o caminho a uma sociedade perfeita em direção
à compreensão entre os homens.
Os ideais de Rotary já existiam muito antes do seu fundador. Entretanto,
foi confiado à Paul Harris, como um predestinado, à
tarefa dada por Deus, de iniciar o movimento para construção
da paz entre os homens. Portanto, há 94 anos Rotary, mantém-se
íntegro, estimulando e fomentando o Ideal de Servir, como base de
todo empreendimento digno, promovendo e apoiando a melhoria da comunidade
pela conduta exemplar de um rotariano.
Porém chegou, para todos nós, a hora e a vez de ações
solidárias. O Rotary deve estar sempre sintonizado com as necessidades
históricas do momento. As atividades do Rotary, são relativas
a serviços que seus sócios prestam às necessidades
existentes do tempo em que se vive. Fazer simplesmente por fazer, seria
uma insensatez por não ter objetivos definidos.
Sem essa “abertura” para as condições de determinada época,
o Rotary, em pouco se tomaria caduco e seria tragado pelo torvelinho das
forças da inércia, que arrastam para o passado transformando-as
em simples memória, aquelas realidades que, atuando em determinada
circunstância, não tiveram a sabedoria de se renovarem.
Ora, qual a necessidade mais premente nos dias de hoje? Olhando ao nosso
derredor, vemos centenas de famílias desempregadas, cujos chefes
vivem o terrível drama do desemprego. Alhures, em países
ditos do Primeiro Mundo, a globalização da economia está
resultando em riqueza e bem-estar social, como nunca os houve na história.
Mas em outros como no Brasil seus resultados têm sido negativos,
carregando, para fora de suas fronteiras, os recursos gerados com o suor
e sacrifício de seus cidadãos.
Em tal quadro, os que ainda têm o privilegio de estar trabalhando,
vislumbram um futuro incerto e sombrio, quanto ao trabalho, pois a crise
sócio-econômica parece se aprofundar com o passar dos dias.
Tem-se a impressão de que o modelo de civilização,
que experimentamos neste final de século, está passando por
uma forte transição que implicará mudanças
profundas no mercado de trabalho.
Se nos colocarmos no lugar de um pai ou mãe de família, que
vive a angústia e o desespero de não ter como comprar alimentos,
pagar aluguéis, água e luz, logo nos apercebemos tratar-se
de situação extremamente grave. O trabalho que deveria ser
o que demais certo existisse no contexto do humano, hoje é marcado
pela estigma da insegurança e da incerteza, gerando medo e pavor
quanto ao futuro.
Por outro lado, a paz e a tranqüilidade sociais se vêem ameaçadas,
pois o desespero e a falta de perspectivas podem levar à prática
da violência, com o objetivo de se encontrar a solução
para a sobrevivência, custe o que custar. Como não se pode
freiar a marcha da História, nem mudar-lhe os rumos da noite para
a dia, urge que coloquemos todo o potencial do Rotary em alerta e em ação,
para se encontrarem, alternativas de fontes de trabalho e de renda familiar
para o contingente de desempregados que povoam nossas cidades.
Pior que a crise, é o estado de espírito daqueles que
pensam que nada se pode fazer. Resultado disso, é a acomodação
e a desesperança. Vivemos numa sociedade em que a competitividade
parece ter chegado a seu extremo. Em tal contexto, que a única alternativa
de sobrevivência dos mais fracos, salvo melhor juízo, é
a ação solidária, que pode ser institucionalizada.
O panorama sócio-econômico que atualmente descortinamos no
Brasil entristece-nos e nos constrange. 0 país de pires na mão
diante do FMI; alto índice de desemprego; uma dívida externa
e interna enorme, cujos juros devoram suas receitas. Em conseqüência,
setores essenciais como o da saúde e educação se deterioram,
de forma acelerada. Do alto de sua autoridade, o Governo força a
massa de assalariados a apertar o cinto. 0 arrocho tem sido tamanho, a
ponto de comprometer, não só a manutenção de
nossas estruturas de serviços sociais, como a qualidade de vida,
dos cidadão.
Pergunta-se: concretamente, o quê se pode e o quê se deve fazer,
para remediar uma situação gerada no bojo da História,
ao longo de muitos anos e da qual somos também protagonistas? Reverter
essa difícil situação depende apenas de uma minoria,
na qual os rotarianos estão inseridos, formada por aqueles poucos
homens que lutam por um mundo melhor, mais equânime, mais justo e
mais fraterno. Homens que lutam para que o social acompanhe o desenvolvimento
técnico-científico da humanidade, fazendo com que o desenvolvimento
traga o bem estar ao ser humano, proporcionando-lhe uma vida digna de ser
vivida.
Com a sua experiência adquirida em quase 100 anos de trabalho em
prol desse mundo melhor, o Rotary tem as condições necessárias
para fazer essa conscientização, não só pelos
exemplos que dá, mas principalmente pelo trabalho que executa. São
os rotarianos que nos mostram que ainda existe uma, esperança e
que ainda há uma luz no fim do túnel. Porém meus amigos,
nós que fazemos parte de uma autêntica família,
que temos como base e a própria razão de ser, do Rotary International,
ou seja; o Ideal de Servir, jamais poderemos permanecer alheios a essa
situação de desmando, de anarquia administrativa, de safadeza,
de comodismo e acima de tudo, de malandragem política, pois, servir
enquanto valor humanístico universal acentuado em todas as grandes
religiões da história não se restringe a gestos emocionais
e episódicos.
Se uma das condições que determinam o progresso de uma sociedade,
está na capacidade de suprir respostas viáveis aos problemas
que atingem o povo, fica evidente que o cidadão maduro, o brasileiro
esclarecido, e, particularmente, o rotariano de primeira linha, caracterizam-se
pelo espírito de serviço permanente e perspicaz. Frente à
frente com um jovem subjugado pela desgraça, pelo álcool,
pela droga; frente à frente com um pai de família desempregado;
frente à frente com um menor abandonado; frente à frente
com a mulher explorada e decaída, ele saberá prestar não
apenas ajuda imediata e direta senão também o serviço
maior, que é atacar as raízes profundas desses problemas
sociais.
Esmolas ocasionais não construirão nunca a tão necessária
ordem social neste país. Melhores condições econômicas,
embasamento digno da vida familiar, mais escolas, moradia para todos, tudo
isso exige serviço inteligente e desprendido de elites apaixonadas
pela pátria como de ser Rotary Club. Rotariana, rotariano, esta
é a tua tarefa de cristão, de cidadão e de contribuir
para que o amor e a liberdade de Cristo procedam a todos a manifestação
da vida moderna, a cultura e a economia , o trabalho e o descanso e vida
em família, o convívio social. Meus amigos, permitam-me contar-
lhes uma pequena história.
“Um homem percorria, certa vez, as obras de um grande templo que estava
sendo edificado. Andando por entre os operários que trabalhavam
a pedra para a construção monumental, ele se deteve diante
de um trabalhador que, de martelo na mão batia os blocos a
seu cargo. Dirigindo-lhe a palavra, o visitante perguntou o quê fazia:
“Eu bato pedras, respondeu o trabalhador; sem maior interesse”.
Recebida a resposta, o visitante prosseguiu no seu percurso, caminhando
por entre as tendas de trabalho até acercar-se de um outro operário,
ao qual ofereceu a mesma pergunta. A resposta foi diferente: “Eu
estou ganhando a minha vida”. Respondeu o homem que trabalhava a pedra.
Nova caminhada, no pátio de obras logo adiante, até que em
frente ao terceiro trabalhador, igualmente ocupado com o mesmo trabalho,
perguntou-lhe, da mesma maneira que aos demais: “O quê estava
fazendo?” E o trabalhador, com entusiasmo, sem disfarce, respondeu-lhe
animado: “Eu estou construindo uma catedral.”
Eis aí meus amigos, três atitudes, que pode um homem adotar
em face da profissão a que se dedica. Três atitudes diferentes,
mas não excludentes. De qualquer maneira a profissão é
necessária. Ela é uma necessidade natural da vida humana,
como o entretenimento de forma psicológica, que na infância
é brinquedo, e na idade adulta é trabalho. É isto,
mas não é só isso. É também um instrumento
de sustentação econômica, de que todo indivíduo
precisa para viver e desempenhar a função social a que se
entrega, na interdependência imposta pela vida em comum.
O homem que definiu o seu trabalho, só pela rotina de quebrar a
pedra, era tão pobre perante o segundo que o definiu como sustentação
própria e do seus. Como pobre era por sua vez esse segundo, na presença
do terceiro, aquele que punha também fé no ideal
do seu trabalho. É o trabalho, o avesso do ócio. O meio digno,
que o cristianismo consagrou para a sustentação
própria e dos dependentes. Imposição da conjuntura
socio-econômica da vida coletiva, a que não se escapa. Independentemente
de sua função profissional, pode ser o instrumento para a
sua realização pessoal, atendendo as exigências psíquicas
e correspondendo as condições do meio social. Mas tudo
que merece ser feito, merece ser bem feito. Com capricho, a versão
estética da responsabilidade.
Rotary, nossa secular e sempre atualizada instituição nascida
sob a inspiração do trabalho profissional, a serviço
do homem e do bem comum, nos congrega para aliarmos ao melhor desempenho
da profissão, uma preocupação com que é justo
no interesse coletivo. A prestação de serviços à
comunidade, o dar de si sem pensar em si, o esforço para ser útil,
na conciliação do legítimo interesse próprio
com a necessária solidariedade social, tudo sob a égide da
ética profissional, caracterizam roteiro de vida e de ação
do rotariano olhando sempre além de si mesmo.
Neste momento, queria lançar um desafio a todos, reproduzindo esta
história denominada: “Você decide.”
“O garoto morava numa pequena cidade do interior. Todos os dias freqüentava
a escola que ficava a alguns quilômetros dali, percorrendo rotineiramente
uma estradinha arborizada. Apanhava goiabas, quando era tempo, e as levava
para comer, na hora do recreio. Às vezes, laranjas. Seu mundo era
seguro, imutável, garantindo a perenidade das coisas e dos valores
que aprendia. Como um rio bastava seguir sua trajetória para chegar
ao mar. Na cidade grande, o jovem conquistou um diploma de nível
superior e novos paradigmas e certezas.
Alguns anos depois, ele e seu carro voltaram. Queria matar saudades e foi
percorrer a tal estradinha que o conduziu à escola e Ihe deu
goiabas e laranjas. Surpresa! Ela não estava mais lá. O local
fora transformado num condomínio de luxo. 0 rapaz, no entanto, não
percebeu a mudança. Indignado e cego enfiou o carro contra o muro,
como quem força um “flash-back”. Além do prejuízo,
um duro aprendizado.”
Muitos desempregados não perceberam a mudança de cenário
e permanecem presos ao paradigma da estradinha: o emprego e suas goiabas
e laranjas para o recreio. Ao perceberem que o antigo caminho já
não existe, limitam-se a chorar, enquanto desenvolvem um senso de
auto piedade, certos de que o passado um dia voltará. A culpa de
tudo segundo eles, fica dividida entre Deus e a raça humana.
Mude esse script, para que a história tenha um final feliz.
Ao invés de limitar-se a mandar alguns currículo, encerrando--se
em casa dentro do pijama, barba por fazer e sessão da tarde correndo
solta, que tal assumir que seu trabalho agora e procurar criar, descobrir
o quê fazer? Fale com outras pessoas, gente com quem você pode
fazer parceria, mesmo sem registro em carteira. Abandone a idéia
fixa de sofrer, porque acabaram com sua estradinha predileta. A vida não
se resume nisso. Descubra novos caminhos, as respostas estão por
aí, faça as perguntas certas para encontrá-las. Como
você sabe, quando um problema aparece ele traz , em si mesmo, os
ingredientes para a solução.
Deixe de procurar emprego e a proteção daquelas árvores
frondosas, com seus frutos sempre disponíveis. Passe a buscar trabalho.
Descubra a outra metade da sua laranja profissional. E comece logo,
mesmo que pequeno. Apenas não prive-se do direito de sentir-se feliz,
útil, produtivo, só porque a velha estradinha, já
não existe. E sinta-se gratificado por superar barreiras e
por tabela ajudar alguém a encontrar seu espaço no mercado.
Só existem duas saídas: você pode sentar-se e lamentar-se,
culpando a crueldade do destino, enquanto morre de desgosto e de
fome. Mas tem o caminho aberto para tomar outro rumo e fazer descobertas
inesperadas e até mesmo interessantes e até criando
chances para outros.
O final da história, vocês decidem.
Meus amigos ao finalizar, diria que o Rotary não tem o poder dos
governos. Não tem a força dos exércitos. Não
tem o dinheiro das grandes corporações e, nem mesmo possui
a mística das religiões, que prometem a vida eterna. Mas,
o Rotary possui a fé e o entusiasmo de homens e mulheres livres,
líderes e voluntários que estão dispostos a oferecer
algo o de si em favor de um mundo melhor.
Para tornar menor a herança que nos deixará o século
XX, será necessária a união de todos, muita persistência,
muita vontade e muito denodo, pois será no século XXI, que
o Rotary testará a sua capacidade e força moral na consecução
do objetivo que ele almejou: a união da família,
a difusão das normas de ética profissional e a paz mundial,
tornando tudo isso real o nosso sonho de Rotary. Muito obrigado.